As deformidades digitais podem causar dificuldades de acomodação dos dedos aos sapatos. Quando os sapatos ou as meias são demasiado pequenos, os dedos são forçados a “enrolar” ou a “encavalitar” uns nos outros.
As deformidades digitais incluem:
Dedos em Martelo
O dedo em martelo é uma deformidade digital no segundo, terceiro, quarto ou quinto dedo e caracteriza-se pela flecção do dedo na articulação média, assemelhando-se a um martelo.
As pessoas com dedos em martelo podem ter calos no cimo das articulações dos dedos afectados ou na ponta dos dedos e podem também sentir dor nos dedos.
Causas:
O dedo em martelo é resultado do calçado incorrecto ou de um desequilíbrio muscular, geralmente em combinação com mais factores. Os músculos trabalham em pares para endireitar e dobrar os dedos do pé. Se os dedos forem dobrados e mantidos nessa posição por um determinado tempo (suficientemente longo), os músculos atrofiam não podendo voltar à sua posição original.
Os sapatos estreitos ou em bico podem fazer o pé mais pequeno e elegante, mas também forçam os dedos a uma posição flectida. Assim, os dedos friccionam contra o sapato, podendo dar origem à formação de calos, o que agrava ainda mais o problema. Um salto mais elevado força o pé para baixo e aperta os dedos contra o sapato, aumentando a pressão e a curvatura nos dedos.
Dedos em Garra
À semelhança dos dedo em martelo, também o dedo em garra ter origem em sapatos não adequados que apertam os dedos do pé, tais como os sapatos altos.No entanto, o dedo em garra muitas vezes é resultado de danos no nervo, causado por doenças como a diabetes ou o alcoolismo, que enfraquecem os músculos do pé.
O dedo em garra caracteriza-se pelo “enrolar” dos dedos dentro dos sapatos, podendo originar calos dolorosos. Caso não se efectue qualquer tratamento, o dedo em garra tende a piorar e pode transformar-se numa deformidade permanente. O dedo em garra geralmente é suave e flexível ao início, mas endurece com o tempo.
Conselhos:
NATURAL STEP – Amor aos pés ,Amor à Vida !!
]]>Constitui-se por alterações nos vasos dos rins, fazendo com que haja a perda de proteína na urina. É uma situação em que o órgão pode reduzir sua função lentamente, porém de forma progressiva, até a paralisação total. Contudo, esse quadro é controlável e existem exames para detectar o problema ainda no inicio.
Características Gerais
Os rins são órgãos muito sensíveis ao mau trato do nosso organismo. Funcionam como filtros no corpo humano com a importante função de eliminar, pela urina, as substâncias provenientes do metabolismo, que já não têm utilidade para as atividades orgânicas. Ao mesmo tempo, precisam manter outras substâncias que não devem ser descartadas, como as proteínas.
A Nefropatia Diabética pode afetar o bom funcionamento dos rins, fazendo com que eles percam a capacidade de filtrar adequadamente essas substâncias. Uma das proteínas que circulam no sangue é a albumina, que possui alto valor biológico e fornece todos os aminoácidos essenciais para facilitar a recuperação do organismo.
Na fase inicial da Nefropatia Diabética, aparecem pequenas quantidades dessa proteína na urina (detectada através do exame de microalbuminúria). É comum que nesse estágio ocorra, também, o aumento da pressão arterial (hipertensão). Esta situação pode levar à insuficiência renal avançada.
No diabetes tipo 1, a insuficiência renal progressiva ocorre em cerca de 50% dos pacientes. No tipo 2, observa-se um crescente número dessa complicação, traduzindo o controle muito aquém do desejado.
Tratamento
Na maior parte das pessoas com o diabetes, o bom controle das taxas de glicemia previne a Nefropatia. Mesmo naqueles que já apresentam microalbuminúria na urina, o diabetes bem controlado evita a piora do quadro.
Por isso, o tratamento adequado do diabetes e o controle da pressão arterial são considerados fundamentais para evitar esta complicação, podendo, em alguns casos, até regredir o processo. È recomendável, também, o controle do colesterol, parar de fumar, ter uma dieta mais balanceada e até mesmo o uso de algumas medicações (sempre receitadas por um especialista).
Caso já exista perda importante da função renal (insuficiência renal avançada), entrará em ação a diálise ou transplante.
Consultoria do Dr. Saulo Cavalcanti, Coodenador do Departamento de Complicações Crônicas da Sociedade Brasileira de Diabetes.
A maioria dos diabéticos perdem a sensibilidade nos pés ,por isso acabam machucando os pés devido o calçado não adequado à pessoa ,dando infecções e devido a isso o amputamento do pé !!
“Pensando nisso a NATURAL STEP desenvolve calçados que cuidam ,protegem e dão total conforto aos pés evitando que isso aconteça “
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]]>Entrevista com a endocrinologista Hermelinda Cordeiro Pedrosa.
Alguns diabéticos sofrem com a presença de bolhas nos pés, pernas e mãos. Suas causas e como lidar com o problema são o tema desta entrevista com a endocrinologista Hermelinda Cordeiro Pedrosa, coordenadora do Projeto Salvando o Pé Diabético, de Brasília.
Hermelinda Cordeiro Pedrosa – “As bolhas podem surgir principalmente em conseqüência da insensibilidade provocada pela neuropatia diabética. É comum que ocorra quando se tem o hábito de fazer escalda-pés, que é a imersão dos pés em uma bacia com água muito quente, quando a pessoa costuma andar descalça ou por traumas provocados por calçados inadequados.
Outro problema comum é a bolha diabética, que tem o nome científico de bullosis diabeticorum. Essas bolhas são menos freqüentes, têm um fundo inflamatório e afetam mais os homens do que as mulheres. Seu diagnóstico tem de ser feito cuidadosamente, para eliminar causas provenientes de outras doenças imunológicas.
Tanto as bolhas causadas por trauma como no caso da bolha diabética, sua ocorrência está relacionada ao mau controle do diabetes. O recomendável é fazer uma consulta médica para determinar qual é o tipo de lesão, uma vez que há uma diversidade muito grande de lesões cutâneas, inclusive algumas relacionadas a processos alérgicos.
Outra recomendação é que o paciente não tente estourar a bolha, para não haver risco de infecção. Em geral, após alguns dias, essas bolhas tendem a estourar naturalmente, sem deixar cicatrizes.”
Um novo método não-invasivo desenvolvido por investigadores do Bosch Institute, na Austrália, consegue analisar o fluído das úlceras provocadas nos pés de diabéticos, prevenindo amputações. O trabalho revela que altos níveis de uma enzima particular podem indicar se a cicatrização é lenta demais, avança o site Ciência Diária.
Se uma pessoa diabética desenvolve uma úlcera no pé, intervenções devem ser feitas rapidamente para prevenir eventuais complicações que podem levar à amputação dos dedos ou mesmo dos pés. O tratamento das úlceras inclui podologia e aplicação de antibiótico, mas em alguns casos não é o suficiente.
A incidência da diabetes tende a aumentar muito nas próximas décadas. Muitas pessoas não sabem que têm a doença, levando a quadros clínicos mais graves. Cerca de 15% desenvolvem úlceras nos pés.
“Ficamos intrigados em saber por que as úlceras do pé de um diabético não curam em alguns doentes”, disse Susan McLennan, responsável pela pesquisa. “Já sabíamos que uma infecção pode atrasar a cura, mas não conseguíamos explicar a cura lenta quando não há infecções”.
Então, os investigadores passaram a dar atenção a 50 dientes com úlceras no pés, recolhendo amostras do líquido da ferida. Nas pessoas que tinham altos níveis da enzima MMP-8, a cura atrasou em mais de 12 semanas.
Até então, nenhum teste simples podia prever o tempo de cicatrização de uma ferida em um diabético. Mas, quanto maior é o tempo de cicatrização, maior o risco de amputação. Os resultados da nova investigação mostram que um exame simples pode ajudar médicos e doentes a evitar consequências drásticas.
Entre as recomendações sobre os cuidados com os pés de diabéticos estão o uso de calçado apropriado, evitar andar descalço (mesmo dentro de casa), inspecção diária do espaço entre os dedos e a planta dos pés, observação de lesão, descoloração ou edema nos mesmos.
Diabetes, insulina e cicatrização
Há diferentes tipos de diabetes, mas todos são caracterizados pela carência de insulina no corpo. A diabetes tipo 1 é uma doença auto-imune caracterizada pela destruição das células beta produtoras da insulina. Já o diabetes tipo 2 possui um forte factor hereditário, estando também relacionada à obesidade e ao sedentarismo. Neste caso, há produção de insulina pelo corpo, mas as células musculares e adiposas são incapazes de absorvê-la, impedindo o organismo de metabolizar glicose suficiente do sangue.
Outros tipos de diabetes são: diabetes gestacional, diabetes associada à poliendocrinopatias autoimunes, diabetes associada à desnutrição de fibrocalculoso, diabetes relacionada à anormalidade de insulina, diabetes secundária a doença pancreática, resistência congénita ou adquirida à insulina e diabetes tipo LADA.
Os pés devem ter uma atenção redobrada em diabéticos, já que estão vulneráveis a feridas, pois o fluxo sanguíneo é mais baixo do que em pessoas saudáveis e a cicatrização mais demorada – com riscos mais elevados de infecção
]]>O diabetes é uma doença que afeta cerca de 16 milhões de brasileiros. Dentre as suas complicações crônicas, que ocorrem mais rapidamente naquelas pessoas que não fazem um controle adequado de seus níveis de glicemia (açúcar) no sangue, está o popularmente conhecido pé diabético. Alguns cuidados simples podem prevenir tal condição e criar a possibilidade de se evitar as amputações de membros em 100% dos casos.
O mais importante para manter nossos passos seguros é saber que o bom controle do diabetes é essencial para a prevenção de suas complicações. As pessoas que têm diabetes durante 10 ou 20 anos começam a apresentar diminuição da circulação arterial e redução da sensibilidade dolorosa e térmica nos membros, a chamada neuropatia diabética. Taxas aumentadas de glicose no sangue por longo período de tempo podem causar esta neuropatia, que é sentida como um formigamento, agulhadas, dor, dormência, queimação ou fraqueza nos membros.
Diferente do que acontece com problemas circulatórios, que dão dores na batata da perna ou nas coxas quando as pessoas se movimentam e melhoram com o repouso, os sintomas da neuropatia são piores à noite, ao deitar.
Muitos diabéticos só se dão conta do que está acontecendo quando seus pés ou pernas já apresentam feridas ou, em um estágio mais avançado, infecções no local da ferida. Mas a prevenção é o meio mais eficaz de evitar estes problemas.
A observação e a higienização correta auxiliam na prevenção e diagnóstico precoce das lesões. E alguns cuidados simples podem ser tomados para evitar estes problemas.
Examine seus pés diariamente
Para facilitar este exame dos pés, use um espelho ou peça ajuda de uma pessoa querida. Procure bolhas, feridas, ferimentos, calos, frieiras, cortes, rachaduras e alterações de coloração na pele. Faça o exame sempre em um local bem iluminado, preferencialmente usando luz solar.
E em todas as consultas com seu médico, peça-o para examinar seus pés.
No banho
Mantenha seus pés limpos usando sabonete de glicerina e água morna. Nunca use água quente, pois a diminuição da sensibilidade térmica pode fazer com que você se queime. Teste a temperatura da água com o cotovelo e só depois coloque os seus pés nela.
Após o banho, seque bem os pés com uma toalha macia, sem esfregar, principalmente entre os dedos e ao redor das unhas. Nunca use secador de cabelos, aquecedores, cobertores térmicos ou lâmpadas para secar os pés. Eles podem queimá-lo sem que você perceba.
Mantenha a pele hidratada, aplicando creme ou loção hidratante. Não aplique em cortes ou ferimentos ou entre os dedos para evitar umidade. O uso de talco não é necessário, mas se você tem o costume de fazê-lo, use em pouca quantidade.
Qual meia devo usar?
As meias sem costura e sem elástico são as melhores para pessoas diabéticas, pois evitam machucados. Prefira usar meias de lã no inverno e meias de algodão no verão. Evite as meias de nylon que dificultam a transpiração e perdem rapidamente a qualidade.
Cuidados com as unhas
Lave e seque bem seus pés e unhas antes de cortá-las.
O ideal é cortá-las com intervalo máximo de 4 semanas e lixar uma vez por semana, utilizando um cortador de unhas adequado ou uma tessoura de ponta romba.
O corte deve ser quadrado, deixando ver uma pequena parte branca. Lixe os cantos para mantê-los arredondados. Não descole a unha da base com espátulas, nem corte os cantos arredondados para evitar que sua unha encrave.
Caso você já tenha unha encravada, você precisa procurar um serviço especializado em tratamento dos pés ou um dermatologista para avaliar a necessidade de uma pequena cirurgia no local.
Só utilize os serviços de manicures e pedicures treinados e peça para que não tirem as cutículas e não corte os cantos. Informe sempre que é diabético.
Nunca corte calos ou calosidades, nem use calicidas ou abrasivos como lixas ou raladores. Procure um médico para tratar a causa do aparecimento de calosidades que podem ser devido ao uso de calçados inadequados, a presença de joanetes ou deformidades nos pés.
Caso suas unhas estejam muito grossas, com aspecto “esfarelado”, com alterações na cor ou descolando da base, procure um dermatologista pois você pode estar com micose e necessitar de um tratamento com mediações de uso oral por algumas semanas.
Cuidados gerais
Ao se expor ao sol, utilize protetores solares, inclusive nos pés para protegê-los de queimaduras. É comum acontecerem queimaduras nos pés na praia, ao pisar em areia quente. Fique atento a este detalhe.
Evite manter as pernas cruzadas, para facilitar a circulação. Se você trabalha sentado, procure mexer os pés a cada 30 minutos.
Não use bolsas de água quente nos pés.
Evite andar descalço, mesmo dentro de casa.
Calçados. Quais os melhores?
O ideal são sapatos fechados, de couro macio, em numeração e altura adequadas e que sejam confortáveis. Os que têm piso anti-derrapante com solado rígido e seguro são uma boa opção, pois dão maior segurança para caminhar. Existem algumas lojas especializadas que oferecem calçados e palmilhas específicos para diabéticos.
Sempre que calçar um sapato, verifique o seu interior para não ferir os pés em pedras, pregos ou outros pequenos objetos. Examine os sapatos com atenção, procurando deformidades nas palmilhas ou costuras.
Evite usar sapatos sem meia
Guarde seus sapatos em ambiente arejado e lave-os sempre que necessário. Deixe secar bem antes de usá-los.
Para os exercícios físicos, você deve escolher um tênis confortável, com sistema de amortecimento de impactos. Reserve um tênis apenas para a prática de esportes.
Compre seus sapatos de preferência na parte da tarde e em dias de calor, quando seus pés vão estar mais inchados. Nunca use um sapato novo o dia inteiro. Comece usando meia hora no primeiro dia e vá aumentando 30 minutos a cada dia de uso até se adaptar ao novo calçado.
Abandone o uso de calçados que sejam desconfortáveis ou que causem bolhas ou ferimentos nos seus pés. Invista na prevenção de lesões nos pés, para evitar gastos com tratamentos futuros.
Para as mulheres, os saltos quadrados de no máximo 2 a 3 centímetros de altura e, se possível, no formato de mata-borrão. São os melhores. Evite saltos altos e bicos finos, que apertam os pés.
Sapatos de plástico ou de couro sintético aumentam a transpiração nos pés e devem ser evitados.
Chinelos de dedo ou tiras que deixam os pés desprotegidos e deformam com o uso não devem ser usados.
Cuidados com os ferimentos
Quem tem diabetes há vários anos precisa ter em mente que a perda de sensibilidade nos membros pode levar ao aparecimento de ferimentos sem que a pessoa perceba.
Em caso de ferimentos ou acidentes nos pés ou pernas, faça um tratamento imediato. Não espere para “ver se vai melhorar”. Este tempo perdido pode gerar complicações como infecções e dificuldade de cicatrização das feridas.
Os primeiros cuidados a serem tomados são: lave o local do ferimento com água limpa e sabão neutro, cubra com gaze estéril e enfaixe sem apertar. Em seguida, procure um médico.
Não use produtos com iodo ou corantes, não use band-aid ou fita adesiva diretamente na pele.
Nunca trate os ferimentos sem orientação médica, nem tome ou aplique medicamentos ou qualquer outra sibstância por conta própria ou por orientação de amigos.
A presença de febre, vermelhidão no local da ferida, inchaço ou pus nos pés ou pernas são sintomaspreocupantes. Procure imediatamente o seu médico e não interrompa o tratamento de diabetes!
Dois amigos dos seus pés
Não fumar e fazer um bom controle de seus níveis glicêmicos (açúcar no sangue) são as duas principais armas para evitar o pé diabético.
Procure ter uma alimentação balanceada e praticar exercícios físicos com regularidade, sempre com orientação do seu médico e de um nutricionista. Isto posterga o início do uso de medicamentos para tratar odiabetes e em muitos casos evita o uso de insulina para controlar a doença. O exercício também melhora a circulação arterial.
Já está comprovado que o maior número de casos de amputações de pés e pernas ocorre nos diabéticos que fumam. Como ninguém quer aumentar os seus riscos, assuma com você mesmo o compromisso de parar de fumar. Tenha força de vontade e atinja este objetivo. Caso tenha dificuldades, procure ajuda especializada.
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Pesquisadores israelenses descobriram que relaxar e se livrar de tensões da vida pessoal e do trabalho pode ser mais eficaz que dietas.
São Paulo – Longe das dietas rigorosas e dos exercícios pesados, a chave para o emagrecimento pode ser tão simples relaxar. A conclusão é de cientistas israelenses que encontraram um gene que nos faz sentir vontade de comer doces e comidas gordurosas quando estamos sob stress.
De acordo com Alon Chen, que participou do estudo, os pesquisadores queriam descobrir por que a pessoas recorriam aos biscoitos calóricos quando se sentiam pressionados em casa ou no trabalho. Durante experimentos com ratos, eles perceberam que um determinado gene bombeia uma proteína chamada Ucn3 em momentos de stress.
Produzida no cérebro, essa proteína afeta todo corpo, incluindo o coração, os músculos, o fígado e o pâncreas. Ela aumenta o apetite e afeta nosso grau de satisfação, além de alterar a maneira como o corpo usa a insulina, hormônio crucial para o processamento de açúcar em energia. Por essa razão, o gene descoberto estaria ligado não só à obesidade como também ao diabetes tipo 2.
Por isso, cuidado com seu nível de stress, alertam os cientistas. “O stress é bom quando você precisa lidar com um evento específico. Mas o sistema que responde ao stress precisa ser muito bem controlado”, afirma Chen, do Weizmann Institute em Israel. “Se altos níveis de stress são constantes, o risco é engordar e adoecer, adiciona”.
O estudo foi publicado na revista especializada Proceedings of the National Academy of Sciences.
Fonte: Portal Exame 08/05/2010
]]>Hiperglicemia é o aumento da glicose no sangue. A SBD considera que valores acima de 126 mg em jejum são suspeitos de diabetes. Valores acima de 200 mg em qualquer ocasião fazem o diagnóstico.
As pessoas com diabetes que fazem monitorização da glicose rotineiramente podem detectar aumentos da glicemia, sem, entretanto, apresentar quaisquer sintomas de hiperglicemia.
Sempre que possível deve-se pesquisar a glicose no sangue. Isto pode ser feito nas seguintes ocasiões:
É considerada glicemia pós-prandial exames realizados dentro do intervalo de duas horas após as refeições. A interpretação destes resultados deve ser feita pelo médico.
Causas que podem favorecer o aparecimento da hiperglicemia:
Sintomas:
Muita sede, muita urina, muita fome com emagrecimento, cansaço, pele seca, dor de cabeça, podendo evoluir para náuseas, vômitos, sonolência, dificuldades para respirar e háálito de maçã.
O que fazer?
Caso você detecte um valor elevado de glicose no sangue, procure um médico ou um serviço de saúde para um diagnóstico e tratamento.
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Você sabia que a prática regular de yoga pode reduzir as taxas glicêmicas, diminuir a pressão arterial, auxiliar na perda de peso e ajudar a manter a calma e paz interior?
Já é bem sabido que as atividades físicas são importantes para o controle do diabetes, além de serem uma forma natural de manter o peso adequado e tratar problemas cardíacos.
Mas há alguma coisa especial sobre a antiga arte de yoga. As posturas têm sido utilizadas por milênios para tratar doença, e os efeitos continuam sendo relevantes. As posturas de yoga podem, para a maioria das pessoas, ajudar a controlar as causas do diabetes do tipo 2.
Pesquisas
A yoga reduz o nível glicêmico devido ao esforço muscular. Pesquisadores do Departamento do Laboratório, no Central Research Institute for Yoga, em Delhi, na Índia, estudaram os efeitos da yoga em 149 portadores de diabetes não dependentes de insulina. 69% deles mostraram uma boa resposta ao tratamento. Os pesquisadores concluíram que a yoga é uma simples e econômica terapia para os portadores de diabetes não dependentes de insulina.
Em outro estudo, realizado pelo departamento de Psicologia do All India Institute of Medical Sciences, em Nova Delhi, cada voluntário praticou as posturas abaixo por cinco dias da semana, com intervalo de dois dias. Os exames de sangue mostram efeito cumulativos da yoga, melhorando a sensibilidade dos indivíduos à glicose.
Posturas praticadas:
Dhanurasana (postura do arco), Matsvendrasana (torção lateral) Hasalana (meio arado, ou seja, com os pés acima a cabeça), Vajrasana (postura sentada com o corpo dobrado para trás), Naukasana (postura do barco), Bhujangasana (cobra), Setubandhasana (ponte) e Pavanamuktasana (vento).
Por que a yoga funciona?
A maioria dos estudos têm tentado mostrar os mecanismos pelos quais a yoga tem levado ao sucesso no tratamento do diabetes. Uma das chaves, além do trabalho físico, parece estar na redução do estresse. O estresse dificulta o controle do diabetes porque pode levar à elevação dos níveis glicêmicos e favorecer o desenvolvimento de algumas complicações, em especial cardiovasculares. Yoga e meditação são, certamente, duas das melhores práticas para redução do estresse.
Boa notícia
A boa notícia é que a prática da yoga pode ser realizada por qualquer pessoa, independente da idade e peso. Há ótimos professores de yoga e muitos livros a respeito. Além disso, não é uma prática cara. Tudo o que é preciso para praticar yoga é: vestir-se com roupa confortável, música calma, talvez um colchonete, e se reservar uma hora, três vezes por semana.
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